Detalhes do Projeto
| Título | Avaliação Sanitária de Mamíferos Silvestres e Domésticos: Explorando os Vínculos com Zoonoses para uma Abordagem Integrada de Saúde Única
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| Tipo de Projeto | Pesquisa
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| Coordenador(a) | Ricardo Evangelista Fraga
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| Resumo | A expansão urbana representa a forma mais impactante de modificação da paisagem global, exercendo significativos efeitos sobre a diversidade biológica. Essa influência é principalmente observada na fragmentação de paisagens, resultando na perda de habitat, simplificação da fauna, alterações no comportamento animal e perturbações na dinâmica dos ciclos de transmissão de parasitas. A ordem Rodentia abriga a maior variedade de mamíferos placentários conhecidos, enquanto os marsupiais, pertencentes à ordem Marsupialia e subclasse Methateria, têm nos gambás seus principais representantes no Brasil e a ordem Cingulata tem os tatus como seus representantes mais comuns. Embora a maioria das espécies de roedores, marsupiais e tatus resida em ambientes silvestres, algumas se adaptaram às condições criadas pelo homem, sendo consideradas animais sinantrópicos. Essa interação favorece a transmissão de diversos agentes patogênicos, incluindo protozoários dos gêneros Trypanosoma e Leishmania, parasitas gastrointestinais e ectoparasitas, todos com relevância em saúde pública. Além disso, animais domésticos como cães e suínos podem atuar como elos entre os ciclos silvestres e os seres humanos em várias zoonoses, já que podem entrar em contato tanto com animais silvestres quanto com humanos. Nesse contexto, o objetivo deste estudo é investigar a presença de patógenos de importância para a saúde pública, como Leishmania (Leishmania) infantum, Leishmania (Viannia) braziliensis, Trypanosoma cruzi, endoparasitos gastrointestinais e ectoparasitas, em mamíferos silvestres e domésticos
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| Equipe Executora | |||||
